A placa Mercosul trocou o visual e passou a usar uma letra no lugar do segundo número da placa antiga — por exemplo, ABC1234 vira ABC1C34. O chassi, o Renavam e o histórico do veículo continuam os mesmos. A troca é exigida em situações como transferência de propriedade, mudança de município ou dano na placa.
Como funciona a conversão
No formato antigo, a placa tinha três letras e quatro números. No Mercosul, o quinto caractere vira letra: 0 vira A, 1 vira B, 2 vira C, e assim por diante, até 9, que vira J. Assim, cada placa antiga tem uma equivalente no novo padrão.
Quando a troca é obrigatória
Carros novos já saem com a placa Mercosul. Os antigos trocam quando há transferência de propriedade, mudança de município, necessidade de segunda via por dano ou perda, ou outras situações definidas nas regras de trânsito. Fora disso, a placa antiga continua válida.
O que acontece com o histórico
Nada. O histórico pertence ao veículo, identificado pelo chassi e pelo Renavam. Leilão, sinistro, gravame e restrições continuam ligados ao carro depois da troca de placa.
Por isso não faz sentido alguém dizer que o carro "ficou sem histórico" porque trocou de placa.
Consultando a placa
Use a placa que está no veículo. Se o carro já trocou para o padrão Mercosul, a placa nova é a referência; muitos serviços também reconhecem a antiga, por causa da correspondência entre os formatos.
Segurança da placa Mercosul
A placa Mercosul tem elementos de segurança, como QR Code e marcas específicas, que ajudam a identificar placas falsas. Ainda assim, ela não elimina a clonagem: conferir chassi, vidros e etiquetas continua necessário.
